A calvície hereditária tem cura? Quais as novidades sobre o assunto?

Embora a calvície possa apresentar causas diversas, um dos tipos cujos métodos preventivos e/ou tratamentos mais despertam o interesse da população é, sem dúvida, aquele que está relacionado à predisposição genética, conhecido como “calvície hereditária” e cientificamente chamado de “alopecia androgênica”.

Caracteristicamente, a alopecia androgênica e aquela que se manifesta em regiões especificas do couro cabeludo, em dimensões que podem variar de pessoa para pessoa, mas que, geralmente, atingem os fios localizados na parte superior da cabeca e nas suas laterais, raramente afetando a nuca.

Atualmente, estima-se que, de cada 10 homens com menos de 70 anos, 8 deles possuam a predisposiçao à calvície como fator hereditario. E, conquanto possa ser verificada em numero significativamente maior na população masculina, vale dizer que as mulheres não estão isentas de, igualmente, vir a sofrer deste tipo de alopecia, cuja herança dos genes pode surgir de qualquer um dos lados da família. Na Tricosalus, por exemplo, são atendidos diversos casos de mulheres que chegam à Clínica em decorrência da excessiva queda de cabelos devido à hereditariedade. Contudo, é muito importante salientar que, apesar de apresentarem a tendência, isso não quer dizer, obrigatoriamente, que todas as pessoas manifestarão tal quadro.  Mas de que modo isso é possível?

A eficácia do tratamento preventivo: por que e como fazê-lo

Em se verificando a pre-disposicao genética que o individuo apresenta em relação à alopecia androgênica, é possível prevenir a futura ocorrência de uma acentuada queda dos cabelos, desde que logo seja dado início ao seu correto tratamento – quanto antes, melhor.

Isto porque, dentre as terapêuticas disponíveis para combater o seu surgimento, esta o tratamento de prevenção da calvície, sendo justamente por essa razão que, embora uma pessoa possa dispor da hereditariedade, ela não está, necessariamente, fadada à calvície.

 

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Para muitos casos, por exemplo, basta que se realizem o controle da manifestação do hormonio DHT e o tratamento topico, de acordo com a orientação do profissional (dermatologista ou tricologista, sendo este o mais especializado, do qual a Tricosalus dispõe).

Acontece que, naqueles cuja calvície é hereditária, o grande responsável pela queda acentuada dos fios é o hormônio dihidrotestosterona (DHT), derivado da testosterona. Nesses indivíduos, o receptor hormonal de DHT está alterado; logo, a ação hormonal promove um afinamento progressivo do cabelo em determinadas regiões do couro cabeludo, desencadeando, por conseguinte, a excessiva perda do cabelo.

Por desconhecerem esta informação, muitas pessoas acabam se valendo de recursos que, na possibilidade de um bom tratamento clínico, seriam absolutamente desnecessários.

E para quem já está calvo: existe ou não a cura definitiva?

Na maioria das vezes, ja cansados de empreender iniciativas que se revelam ineficazes na cura da alopecia androgênica, aqueles que já estao sofrendo a perda dos cabelos acabam desestimulados em continuar buscando por outras solucões, tantas são as opções de produtos e de tantas outras “descobertas” propagados no mercado do combate à calvicie como sendo “milagrosos” e, não raro, “instantâneos”.

e bem verdade que a ciência tem realizado importantes estudos a respeito da cura da calvície hereditária por meio de remédios, cremes/oleos/loções ou, até mesmo, por intermédio do transplante de células-tronco; no entanto, estes produtos químicos ainda não existem, bem como o transplante de células-tronco encontra-se ainda em fase de testes.

Para se ter uma ideia desses estudos, no início de 2011, por exemplo, sob a liderança do médico americano George Cotsarelis, os cientistas descobriram que uma das causas da excessiva perda dos fios seria o não desenvolvimento completo das células-tronco no couro cabeludo. Neste caso, em se conseguindo favorecer o “amadurecimento” dessas células, o cabelo voltaria a crescer, dando fim à calvície. Para tanto, os cientistas buscariam criar um creme ou loção específicos, num prazo previsto em dez anos (não se sabe se o resultado surtiria o mesmo efeito nas mulheres). Outra possibilidade, ainda, seria a de remover as células-tronco do couro cabeludo do próprio paciente, ativá-las em laboratório e transplantá-las de volta, para a qual se estimaria um prazo de quinze a vinte anos.

Em meados de setembro de 2011, os pesquisadores da Universidade de Yale também identificaram células-tronco dentro das camadas de gordura da pele, cujos sinais moleculares seriam necessários para estimular o crescimento dos pelos. Deste modo, a hipótese de cura da calvície estaria na tentativa de fazer com que essas células de gordura da pele “conversassem” com as células-tronco adormecidas na base dos folículos capilares, estimulando os fios a crescerem novamente. Isto porque, em homens cuja alopecia é a androgênica, as células-tronco permaneceriam nas raízes dos folículos, mas sem a capacidade de se regenerar. Até então, os experimentos realizados nessa pesquisa valeram-se de testes em camundongos, de forma que ainda se experimentaria a tese em seres humanos.

Já no primeiro semestre de 2012, outra pesquisa (desta feita, da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia) identificou que os homens que sofrem de alopecia hereditária apresentariam quantidades anormais (até três vezes mais) de uma determinada proteína no couro cabeludo (a prostaglandina D2 (PGD2)), responsável por inibir o crescimento dos fios – resultado este que, bem como na primeira pesquisa que mencionamos, contribuiria para a descoberta de novas possibilidades de tratamento que revertessem o problema da calvície, podendo-se desenvolver um creme ou um óleo de uso doméstico também dentro de dez anos (nesta análise, não se sabe, igualmente, se o resultado surtiria o mesmo efeito nas mulheres).

Por fim, ainda no primeiro semestre deste ano, foi divulgado o estudo dos pesquisadores liderados por Takashi Tsuji, da Universidade de Ciências de Tóquio, no qual foram utilizados folículos criados a partir de células-tronco adultas para fazer crescerem cabelos em camundongos sem pelos. Nestes, os folículos transplantados formaram “conexões” com os tecidos em volta, mantendo, assim, um ciclo normal de crescimento, queda e substituição por um fio novo.

Na ocasião da publicação da pesquisa, os cientistas estimaram iniciar os testes clínicos dentro de três a cinco anos, a fim de que o tratamento possa vir a ser oferecido aos interessados no prazo de mais uma década.

À parte os avancos do que a ciência vislumbra para o futuro no combate à calvicie, o que muitas pessoas ainda nao sabem (ate por conta da sua pouca divulgação, haja vista o interesse de que continuem sendo comercializadas falsas “soluções magicas” e/ou medidas paliativas) é que não é necessário aguardar para que a cura da calvície se dê por meio de novidades dermatologicas que poderão vir a ser lançadas ou, ainda, ficar na expectativa de que sejam feitos procedimentos cirurgicos (intervenções distintas, transplante de células-tronco ou o já existente implante capilar, realizado por meio de técnicas invasivas e dolorosas), pois existe, sim, um tratamento para a cura da calvície que já está à disposição no Brasil, cuja tecnologia é italiana e que foi trazida para o País com total exclusividade pela Tricosalus Clinics: o método CNC, que consiste na integração dos cabelos naturais de forma gradual. Em síntese, trata-se de um tratamento que soluciona o problema da calvície – em definitivo e sem cirurgia.

Para quem quiser saber mais a respeito da cura da calvície hereditária por meio desse tratamento revolucionário no mercado brasileiro, cuja eficácia tem sido comprovada por nomes de grande credibilidade (como, por exemplo, o do renomado empresário Eike Batista), basta agendar um horário na Clínica.

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