Cinco vezes “homem de ferro”, fundador da Tricosalus fala sobre Ironman na Usina de Itaipu

Imagine como seria se, como resultado de toda a sua disciplina e de todo o seu esforço levado ao limite, aos 50 anos de idade você conseguisse concluir um percurso extremamente desafiador – com nada menos que 2 km de natação, 90 km de bike e 21 km de corrida –, sendo certificado como “homem de ferro” pela primeira vez.

Agora imagine como seria se, depois de já ter sido certificado “homem de ferro” por três vezes consecutivas, você conseguisse ir ainda mais além e realizasse um Ironman completo em menos de 15 horas (3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42 km de corrida). Como se sentiria? Já se daria por satisfeito?

Agora imagine que, apenas dois meses depois de alcançar o ápice da própria superação, você pudesse desfrutar a experiência única de ser autenticado “homem de ferro” pela quinta vez em meio às instalações de uma das maiores obras da engenharia moderna: a Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Tudo isso parece demais pra você?

Pois saiba que, além de serem reais, todas essas conquistas ocorreram num intervalo de apenas dois anos, sendo exatamente esta a mais recente trajetória de sucesso do fundador da Tricosalus Clinics, Alessandro Corona.

 

Do Ironman completo ao 70.3
– uma pausa para considerações

No dia 27 de agosto, Corona foi um dos destaques do Itaipu Ironman 70.3 Brasil Paraguay 2016. Aos 52 anos, o empresário encerrou a maratona em 6h32min, num total dividido em 50 minutos para a prova de natação, 3h09min para a bicicleta e 2h19min para a corrida.

 

Modalidade Miami – Out./2014 Miami – Out./2015 Foz – Ago./2016
Natação (2 km) 1h29min 48min 50 min
Bike (90 km) 3 horas 2h47min 3h09min
Corrida (21 km) 2h27min 2h18min 2h19min

 

Bastante satisfeito com o resultado, o fundador da Tricosalus explica que, enquanto em Miami o percurso era plano, em Foz do Iguaçu havia muita subidas e descidas, uma atrás da outra. Além disso, vale ressaltar os 570 metros de subida acumulada, o que justificou as suas 3h09min em cima da bicicleta.

WhatsApp Image 2016-09-19 at 14.31.26Após o megaevento na Aústria, no qual o esportista perdeu nada menos que 6 quilos, o retorno a um Ironman 70.3 serviu para também estimular algumas reflexões. De acordo com Alessandro, a competição foi enfrentada com “uma certa serenidade, com muito mais experiência e menos complicações”. “Foi muito agradável dessa vez”, diz. E considera: “Em comparação ao Ironman do qual participei na Áustria, o 70.3 é mais ‘acessível’, mais ‘humano’, mais ‘equilibrado’. O Ironman completo é muito mais destinado a atletas que dedicam a vida a isso, que realmente vivem disso. No geral, são pessoas que pararam de trabalhar, que estão administrando os próprios recursos (ou que contam com alguém que faça isso por elas) e elegeram o Ironman como uma atividade de vida. O nível de treinamento é redobrado, o tempo de preparação é redobrado, a exigência psicológica é redobrada. Sem dúvida, a minha experiência na Áustria foi muito interessante. Mas, para poder treinar ainda mais do que eu treinei, eu não poderia trabalhar. Então, por enquanto, entendi que o melhor é ficar com o 70.3. Eu consegui identificar os meus limites e acertá-los”.

 

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Itaipu Ironman 70.3 Brasil Paraguay 2016
– a descoberta de um cenário incomum

Alessandro Corona garante que o percurso não foi simples; porém, foi único.

Conforme os registros publicados no site do próprio evento, a largada da competição, que consiste na prova de natação, ocorreu na parte Paraguaia da Usina de Itaipu. Já o ciclismo contemplou três voltas saindo da parte Paraguaia da Usina de Itaipu por vias arborizadas. Neste trecho, os atletas contornaram uma das maiores subestações de energia do mundo (a Subestação da Margem Direita Itaipu), percorrendo trechos belíssimos da Usina e de destaque turístico, como a barragem, o lago de Itaipu, o canal da piracema e o mirante central. Quanto à corrida, os organizadores já tinham anunciado: ela seria inesquecível, proporcionando aos atletas o contato com uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno. Iniciando-se em frente ao Centro de Recepção de Visitantes, o percurso teve passagens pela Universidade Latino Americana, pelo Teatro Barrageiro, pelo Mirante do Vertedouro e, na sequência, a via Beira Rio lhes proporcionou uma das mais belas vistas da Usina.  

WhatsApp Image 2016-09-19 at 14.31.33Para o fundador da Tricosalus, que já passara por Miami, Pescara e Áustria nos seus quatro Ironmans anteriores, a experiência em Foz do Iguaçu foi singular: “Graças a esse evento, eu conheci um lugar do Brasil que simplesmente me encantou pela sua beleza, pela sua natureza e pela qualidade de vida que pude constatar. Na minha opinião, o turismo lá deveria ser mais intenso, e todos os brasileiros deveriam conhecer e se orgulhar dessa região”.

Ainda a respeito das suas impressões, Alessandro finaliza: “Graças a um Ironman, eu descobri um lugar dentro do território nacional que certamente pretendo revisitar. Essa é uma outra vantagem do Ironman: descobrir coisas novas. Não fosse por isso, eu provavelmente nunca teria usufruído a oportunidade de me encantar com as impressionantes Cataratas do Iguaçu, com os quatis que, de cima das árvores, pareciam já ter aprendido a interagir com o ser humano, e com toda uma série de atrações que ainda espero conhecer com mais tempo”.

3 Comentários

clinicatricosalus

21 set, 2016

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Pedro Javier

23 set, 2016

Inspiração e perseverança!! Tive o prazer de acompanhar esta evolução. Parabéns!!

Alessandro

28 set, 2016

muito obrigado amigo!

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